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© Depositphotos.com / dundanim A raiva pode gerar rancor e mágoas no indivíduo, desencadeando até quadros de estresse, depressão e ansiedade.

A palavra emoção vem do termo em latim emovere, que significa energia em movimento. Isso significa que toda emoção existe para movimentar a vida do indivíduo e mudar comportamentos e situações que estão em desequilíbrio. As emoções são resultantes de um conjunto de respostas químicas baseadas nas memórias emocionais de cada um, e surgem a partir das rotas neurais e hormonais geradas quando o cérebro recebe um estímulo externo.

A principal função das emoções é gerar comportamentos que garantam a sobrevivência do indivíduo diante de um estímulo externo, seja para proteger ou impulsioná-lo a realizar algo. A raiva, por exemplo, é uma energia responsável por impulsionar o indivíduo a agir para superar as dificuldades de forma construtiva ou destrutiva. Expectativas e desejos frustrados são os principais causadores desse sentimento, que é muito importante para que indivíduo reaja às situações que estão prejudicando sua vida.

Todos os indivíduos estão suscetíveis a sentir raiva, uma vez que o ser humano estabelece relações afetivas em todas as esferas da vida e tende a criar muitas expectativas. Quando as expectativas não são atendidas, a frustração e a raiva podem se manifestar.

Como aliviar as consequências da raiva

Quando bem canalizada, a raiva pode ser uma propulsora de mudanças significativas para o ser humano. Por outro lado, a raiva excessiva pode gerar rancor e mágoas, desencadeando quadros de estresse, depressão e ansiedade. É natural sentir raiva vez ou outra, exigindo que as pessoas aprendam a canalizar esse sentimento de forma positiva, de modo a evitar consequências negativas.

Uma única emoção pode gerar esses diversos tipos de reação porque o cérebro possui uma estrutura chamada sistema límbico, que é responsável pelas emoções e sentimentos. Quando recebe um estímulo, o sistema límbico envia mensagens para o cérebro, produzindo e criando um estado emocional. Quanto mais frequente for a realização de um estímulo, mais habituado o organismo se tornará a determinadas substâncias, deixando o corpo “viciado” em determinada emoção.

Todas as pessoas podem melhorar e desenvolver suas emoções por meio do conhecimento, da percepção e da administração dos estímulos que chegam ao cérebro. A Inteligência Emocional pode ser desenvolvida, treinada e aprimorada por meio da construção de novos hábitos, formas de pensar e se comportar. A raiva causada por uma demissão, por exemplo, pode funcionar como mola propulsora para que o profissional comece a empreender e realizar um sonho antigo que ficou na gaveta por conta da zona de conforto.

Se você quer controlar sua raiva e desenvolver sua capacidade de lidar com as emoções e sentimentos, conheça o Método LOTUS: são três dias dedicados ao desenvolvimento da sua Inteligência Emocional, das habilidades interpessoais e do autoconhecimento.

 

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