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Baixa auto-estima, dificuldade de relacionamento social e no desenvolvimento escolar, fobia escolar, tristeza, agressividade, depressão… Esses são apenas algumas das consequências que uma pessoa que sofreu ou sofre bullying pode apresentar. Essas pessoas são alvos mais visados e tornam-se mais vulneráveis por apresentarem alguma característica que sirva de foco para as agressões, como por exemplo: obesidade, baixa estatura, deficiência física, ou outros aspectos culturais, étnicos ou religiosos.

Muito já sabemos sobre essa prática que, segundo uma pesquisa do IBGE, quase um terço (30,8%) dos estudantes brasileiros já sofreram. Sabemos também que palestras, debates, normas e conscientização nas escolas são formas de evitar a prática. Mas então, porque ainda assim tantas crianças são vítimas do Bullying?

Segundo Rodrigo Fonseca, fundador da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, muito além de uma conscientização dos males que o bullying pode ocasionar, as pessoas precisam ir para a prática. “As pessoas aprendem desde muito cedo o que NÃO devem fazer, mas não aprendem o principal: o que DEVEM fazer para ajudar o outro e a si mesmo.” Segundo o especialista, para acabar com essa prática que gera tanto sofrimento em crianças e adultos, devemos fazer o oposto: devemos, além de não destacar os pontos negativos, fazer o inverso: elogiar, destacar os pontos fortes e qualidades das crianças e adultos.

Considerando que o bullying já é uma prática muito antiga, mas que ganhou muito mais força e destaque quando a ação foi “nomeada”, a Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional decidiu levantar a bandeira do que se deve ensinar às crianças, ou seja, o “PRAISING”, que em inglês significa elogiar e destacar as qualidades.

Portanto, a partir de agora existe um nome que deve ser ensinado dentro das famílias e escolas… PRAISING!

“Essa prática deve começar em casa, pois tudo o que os pais e/ou pessoas mais próximas dizem e fazem, tem influência direta na forma como a criança se comporta fora de casa.” diz Rodrigo.

Os pais devem ajudar as crianças a lidar e valorizar as diferenças, procurando questionar e trabalhar os preconceitos dentro de casa. Devem sempre reconhecer através de palavras quando elas acertam ou fazem algo positivo, explicar quando elas estão erradas, mostrar que elas tem muitas qualidades e são únicas, assim como seus colegas e as pessoas que vivem ao seu redor também tem suas qualidades, erros e acertos. O comportamento dos pais também são espelhos para as crianças. “Quando uma criança ouve seus pais trocando elogios e reconhecimentos, ela repete isso fora de casa. Da mesma forma, quando ela ouve ofensas, críticas e descasos, também repete.”

O ideal seria que, além do ambiente familiar, as escolas também ensinassem as crianças a lidarem com suas diferenças, sempre incentivando-as a reconhecer qualidades e talentos, tanto os seus quanto dos colegas. “Pensando nesse contexto, nós da Sociedade Brasileira de Inteligência Emocional, estamos em fase final do ‘Projeto Inteligência Emocional nas Escolas’, que levará a Inteligência Emocional como uma disciplina, desde o Ensino Fundamental até o Superior.” – afirma Rodrigo Fonseca – essa é uma maneira de criarmos uma sociedade de indivíduos com a sua autoimagem mais positiva e confiante, o que resulta em pessoas mais saudáveis e felizes através da prática do PRAISING!

 

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