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© Depositphotos.com / SIphotography O esgotamento nervoso ocorre quando a mente e o corpo cansam a ponto de causar um desequilíbrio emocional.

Cada vez mais, a rotina exige que as pessoas passem por cima de seus limites físicos e emocionais para cumprir suas metas e atender necessidades materiais, gerando doenças que as impedem de ter uma vida saudável e equilibrada. São tantas obrigações e cobranças que quase não sobra tempo para descansar, relaxar e fazer coisas que trazem prazer.

Com o tempo, o desgaste excessivo se torna estresse — que, por sua vez, pode desencadear um estado de esgotamento nervoso. Considerado uma epidemia global, o estresse está associado à quantidade excessiva de informações, responsabilidades e mudanças a que o ser humano está exposto diariamente. Trata-se de um mecanismo de defesa do organismo, que sinaliza que a pressão está muito grande.

Estresse e esgotamento nervoso

O esgotamento nervoso é o momento em que a mente e o corpo cansam a ponto de causar um desequilíbrio. Antes de chegar a esse nível, a pessoa começa a se sentir sobrecarregada, como se não tivesse dando conta de tudo o que precisa fazer em um dia, criando um estado de insatisfação que faz com que ela comece a perder o interesse e a capacidade de realizar suas atividades. A irritação e o desânimo se tornam constantes, o que leva muitas pessoas a confundirem o esgotamento com a depressão.

Quando alcança este estado, a pessoa perde o controle sobre suas emoções, deixando que elas dominem sua vida. O indivíduo que está esgotado muda de humor de uma hora para outra, tem crises de raiva, fica triste ou sente medos irreais que paralisam. O indivíduo dá um sentido muito forte às situações da vida e lida com os problemas e frustrações de forma desproporcional, carregando mágoas passadas e se tornando vítima da própria história de vida.

Sintomas do esgotamento nervoso

  • Cansaço persistente;
  • Sono não reparador;
  • Dificuldade de concentração;
  • Falha de memória;
  • Insônia ou excesso de sono;
  • Perda de habilidades que antes eram naturais;
  • Ansiedade;
  • Suor frio;
  • Irritabilidade e choro fácil;
  • Desânimo e falta de prazer;
  • Tristeza e angústia;
  • Baixa resistência às doenças;
  • Palpitações cardíacas;
  • Tonturas e falta de ar;
  • Problemas estomacais;
  • Redução do desejo sexual.

Como evitar o esgotamento nervoso

  • Aprenda a lidar com seus erros: você não precisa ser o melhor, precisa apenas dar o seu melhor de acordo com o contexto e com o que é realmente importante para você. Cobre-se menos e relaxe mais;
  • Divida as responsabilidades: respire fundo e peça ajuda às outras pessoas, identifique quais atividades são prioridades e abra mão das outras, mesmo que temporariamente. Aprenda a falar não para os outros e sim para você;
  • Desenvolva sua Inteligência Emocional e autoconhecimento: é necessário conhecer a si mesmo e aprender a lidar com as emoções para ser uma pessoa equilibrada e em paz com você mesmo. Transforme suas dores em aprendizados e se livre das mágoas, desenvolvendo a capacidade de lidar melhor com as frustrações.
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