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Você sabe como a autoestima se manifesta em situações reais?

Então, responda para você mesmo, quais lembranças vêm à mente quando lê as seguintes perguntas:

Você já esteve em uma situação, seja com amigos, família, colegas de trabalho ou conjugue, e se sentiu menosprezado?

Ou então, foi foco de algum comentário maldoso e se sentiu diminuído?

Como você reagiu nessa circunstância?

Se estar nessa posição, não lhe soa, no mínimo, como insustentável, você precisa avaliar melhor sua relação de autoestima.

Afinal, o que é autoestima?

A autoestima é a sua concepção do valor que você se dá, ou seja, a consciência que você tem do que realmente é. Se você sofre com a baixa autoestima, provavelmente aceita se submeter a condições degradantes.

Como construímos nossa percepção de nós mesmos?

O desenvolvimento dessa nossa concepção, tem início na infância, e continua se moldando constantemente conforme vamos amadurecendo. E essas mudanças, não se baseiam apenas nas nossas experiências pessoais. Elas também são constantemente afetadas por influências externas.

Geralmente, as influências externas se manifestam através da adoção como um único: padrão de beleza; comportamental; e de estilo.

A partir daí, a autoestima irá aflorar como alta ou baixa, dependendo se a pessoa se encaixa dentro desses padrões que ela elegeu com base no que foi apresentado para ela durante sua vida inteira.

Já, as experiências pessoais, nos influenciam de um jeito mais íntimo, e mais intenso. Isso porque, não temos um controle sob elas. São situações que enfrentamos, geralmente, com frequência e que afetam a forma que nos sentimos sobre nós mesmos. Como, Por exemplo, se somos muito elogiados pela aparência, tendenciamos a ser mais autoconfiantes.

Além de que, nem sempre elas estão ligadas diretamente a nós. Muitas vezes, você presenciou algum amigo(a) ser muito elogiado(a) por uma característica X. E então, reconheceu essa característica como um dos padrões que deseja ter. É importante lembrar que, esses padrões que moldam nossa autoestima, não estão exclusivamente ligados à aparência física. Podem também estar ligados à postura, comportamento, e formas de pensar.

Por que devemos elevar a baixa autoestima?

Caso essas influências moldem a baixa autoestima, ela interferirá em diversos campos da sua vida. Sendo responsável por “sintomas”, como:

  • A falta de autoconfiança;
  • Estar constantemente se comparando com outras pessoas;
  • Medo de se arriscar;
  • Medo de expor suas opiniões;
  • Dependência emocional;
  • Assim como, alguns sentimentos, como a inveja, tristeza, raiva e inferioridade.

Por isso, é importante que você tenha alguns hábitos e pratique alguns exercícios mentais que irão ajudar e remodelar sua autoestima.

Como aumentar a autoestima?

Para que você inicie esse processo, é fundamental começar cortando pessoas tóxicas da sua vida. Sabe aqueles “amigos” que adoram rir e fazer os outros rirem sempre com piadinhas e comentários maldosos direcionados à alguém? Pois então, exatamente é exatamente esse tipo de pessoa que você precisa manter distância. No início, pode parecer difícil por já estar acostumado, e não entender como essas pessoas podem ser prejudiciais para sua saúde mental. Mas com certeza, com o tempo você se sentirá muito melhor!

Depois de cortar essas pessoas que te estão sempre te colocando para baixo, você precisa começar a trabalhar internamente. Então agora, chegou o momento de você reavaliar todos aqueles padrões que buscou se espelhar durante sua vida inteira. Busque entender os fatores que fizeram você colocar determinadas características em um pedestal. Pois, você precisará mergulhar no seu interior para entender que nenhuma delas devem ser colocadas acima das suas próprias características. Cada uma delas molda quem você é, e a sua essência.

Você irá entender que, cada um de nós, somos seres únicos, e que não adianta querermos nos moldar para ser igual a alguém.

Por acaso, você já parou para pensar no quão especial é ser uma pessoa única?

É por isso que, o fundamental mesmo para a sua autoestima, não é buscar se aproximar de um dos padrões que você estabeleceu, mas sim, aceitar e amar cada traço que delineia sua individualidade!

Que tal começar a ser seu próprio modelo?

E mais: leia também sobre como descobrir se você está praticando o desamor Aqui! Ou Assista Aqui e entenda sobre outras práticas do que NÃO fazer para elevar a autoestima.

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