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Quando enfrentamos alguma situação onde nos sentimos ameaçados, como um assalto, um acidente ou até a morte de alguém próximo, é normal que o corpo reaja de algumas formas específicas: o coração acelera, começamos a suar, tremer e temos a sensação de medo e desespero.

Porém, quando uma pessoa sente todos esses sintomas de forma espontânea e repentina, sem passar por uma situação real de perigo, é sinal de que algo está errado.

Os ataques da síndrome do pânico costumam acontecer de uma hora para outra, sem nenhum estímulo externo e levam a pessoa a um estado exagerado de ansiedade, medo e pavor.

Confira algumas dicas de como controlar-se emocionalmente quando estiver em uma crise.


Informe-se sobre a doença

Durante um ataque de pânico, a pessoa não se sente ameaçada por um perigo, mas pelas reações físicas durante uma crise: aceleração cardíaca, tremedeira, suor e sensação de medo, desespero de que algo trágico irá acontecer.

Quanto mais você compreender as etapas de uma crise — o que ocorre antes, durante e depois — e sobre as reações e possibilidades, mais você terá um papel construtivo no tratamento do problema, facilidade para aderir aos tratamentos, para evitar recaídas e saber o que fazer quando a crise surgir.


Relaxamento e respiração

Relaxar e respirar adequadamente ajuda a controlar a ansiedade, que é uma das causas emocionais da síndrome do pânico.

Entretanto, não adianta tentar controlar a respiração apenas quando a crise surgir: é necessário fazer com que o controle da respiração seja um hábito, de modo que você seja uma pessoa mais calma e focada no presente — tornando-se, consequentemente, menos ansiosa.

Cinco minutos por dia de inspirações e expirações longas e profundas, respirando com o diafragma e relaxando o corpo, são suficientes para perceber benefícios.


Auto-observação

As crises de pânico são desencadeadas por diferentes gatilhos e o que pode representar perigo para uma pessoa, pode não representar para outra.

Por isso, conhecer seus processos internos é muito importante para descobrir quais são seus gatilhos e separar o que é real e o que é um padrão dentro de você.

Anote em um papel o que aconteceu antes de uma crise começar. Em pouco tempo você verá um padrão se repetindo. Por exemplo: você pode perceber que sempre que fica sozinho ou que vai ficar sozinho, tem uma crise.

Até mesmo um emprego novo pode gerar uma ansiedade tão grande a ponto de desencadear a crise.

A cada crise tente verificar racionalmente o que aconteceu, deixando as emoções de lado. Os gatilhos precisam ser trabalhados e desconstruídos dentro de você.


Desconstruir

Você precisa desconstruir os pensamentos limitantes que geram o pavor e as reações físicas, causando uma crise de pânico.

Se você tem medo de andar de elevador, por exemplo, você precisa falar sobre esse medo.

A maioria dos medos das pessoas que sofrem com crises de pânico é irreal, já que a crise acontece de fato por conta das reações físicas e da confusão mental. Pergunte-se: quantas pessoas eu conheço que já morreram por andarem de elevador? Quantos elevadores caem por dia? Aos poucos, enfrente esse medo mentalizando que tudo está bem, respirando fundo e trazendo a calma de volta à sua realidade.

Por fim, lembre-se: esses métodos de controle para a síndrome do pânico devem ser aplicados com a ajuda de profissionais.

Por mais difícil que seja a situação, a síndrome do pânico pode ser curada a partir da união do autoconhecimento com medicamentosos e psicoterapia.

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