mulher com olhos vendados
Imagem: © Depositphotos.com / O medo da rejeição afeta todas as pessoas.

Apesar das diferenças, existe um medo comum que está presente em todos os seres humanos, mesmo que de forma inconsciente: o medo da rejeição.

Em um grupo de pessoas, é comum que alguns indivíduos sejam mais extrovertidos enquanto outros são mais reservados.

Isso acontece porque a personalidade de cada um varia de acordo com sua história e experiência de vida.

A necessidade de aceitação somada ao medo de que aconteça justamente o contrário faz com que haja esse temor e quando essas questões não são tratadas, esse medo pode levar a distúrbios de relacionamentos — como timidez crônica, antropofobia e fobia social.

Distúrbios relacionados ao medo das pessoas

  • Timidez crônica

Caracterizada por um grau de timidez que chega a interferir nas escolhas e comportamentos da pessoa, que passa a evitar algumas situações para se proteger dos seus medos. Como consequência, ela acaba se isolando e sentindo muita vergonha, tristeza e solidão.

  • Antropofobia

Medo desproporcional e irracional das pessoas ou da sociedade. O indivíduo teme aos seus amigos e parentes — que podem parecer tão ameaçadores quanto um estranho.

  • Fobia social

Síndrome que se caracteriza pela dificuldade excessiva de conviver em sociedade e pelo medo de se expressar em público. O indivíduo sofre com o medo do julgamento dos outros e de sua própria autocrítica, deixando de se relacionar com todos. Essa pessoa acredita que não faz nada certo e que todo mundo percebe isso.

Dicas para perder esse medo

Se você quer saber como perder o medo das pessoas, é importante trabalhar as questões emocionais relacionadas a este temor. Veja, algumas dicas de como começar esse processo:

  • Conheça sua história

Tente entender como eram suas relações desde a infância. Reflita sobre a convivência com seus pais e as exigências que eles faziam, analisando a forma como você reagia a elas.

Quais eram as punições e os reforços positivos diante de erros e acertos? Faça uma relação de tudo isso com o momento atual e traga consciência para sua forma de se relacionar.

  • Pare de se criticar

Todas as pessoas cometem erros na vida, e eles são importantes para o desenvolvimento individual. Por isso, seja tolerante com seus erros e aceite suas limitações.

Pare de se condenar. Todas as relações saudáveis são construídas com base na tolerância e aceitação. Isso também vale para a relação com você mesmo.

  • Pare de se comparar

Um dos fatores que mais prejudicam a autoestima e a autoconfiança é o hábito de se comparar com os outros. Quando você se compara com alguém, você acaba rejeitando e anulando suas qualidades e particularidades, ao mesmo tempo em que enaltece suas limitações.

  • Reconheça seu valor

Para se sentir seguro, você precisa ter consciência do seu potencial. Faça uma lista de tudo o que gosta em você e tenha esses itens sempre em mente. Toda vez que se criticar por algo, lembre-se de uma qualidade positiva.

Procure ajuda profissional

Psicoterapia e treinamentos de Inteligência Emocional são formas de tratar os aspectos emocionais que estão por trás do medo das pessoas. Em alguns casos, é preciso a intervenção com medicamentos.

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