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Outubro rosa: Câncer de mama e o emocional

O outubro rosa chegou, e naturalmente, todos ficamos muito comovidos com a causa. De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), a doença representa uma taxa de incidência de 51,29 casos por 100 mil mulheres.

Sabemos do alto percentual do câncer de mama que atinge às mulheres, e da sua gravidade. Mas o que muita gente ainda não sabe, são os fatores emocionais por trás dessa doença.

Como as emoções afetam o nosso corpo físico

O Rodrigo Fonseca, mentor em Inteligência Emocional e fundador da Sbie, vem atuando a mais de 22 anos com diversos casos que comprovam que muitas doenças que se manifestam de forma física, têm origem de um histórico de traumas vividos durante a primeira infância. Quando esses traumas não são tratados, eles permanecem conosco, como uma ferida aberta e exposta para se machucar ainda mais. Dessa forma, depois de muito tempo com o peso desse trauma, ele passa a se manifestar no seu corpo físico.

Os traumas abandonados e o câncer de mama

No caso do câncer de mama, o que foi observado, é que as mulheres que sofrem com essa doença, passaram por experiências de rejeição ou desprezo dos pais desde aquele período da primeira infância. E essa rejeição, sempre foi motivada pelo gênero dela, ou seja, geralmente se trata de mulheres que foram planejadas e desejadas como um menino. E que às vezes, por essa razão, acabavam sendo criadas de uma forma masculinizada.

As mamas representam os primeiros laços afetivos entre mãe e filho, assim como a noção de segurança e colhimento. Pois, é através delas, que somos alimentados e cuidados pela primeira vez na vida.

Inconscientemente, a experiência da amamentação é extremamente significativa na forma que desenvolvemos os laços afetivos. Se os primeiros laços afetivos que desenvolvemos, que são com os nossos pais, são abalados durante a infância, muito provavelmente irá gerar um trauma.

É importante que você entenda como as emoções negativas dessa ferida aberta, afeta não apenas sua mentalidade, como também o seu corpo. Assim como, deve entender que um trauma não define quem você é.

É preciso que as emoções sejam trabalhas, de forma que, você domine a CONSCIÊNCIA DA SUA ORIGEM, e inicie o processo de cicatrização todas as feridas que foram abertas no seu Período de Original!

Entenda melhor sobre o assunto, em um depoimento do próprio Rodrigo Fonseca aqui.

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