Por que o apelo emocional funciona tão bem nas campanhas publicitárias?

Publicado em: 27/03/2017 Por: Equipe SBie

© Depositphotos.com / TarasMalyarevich Campanhas publicitárias com apelo emocional são capazes de criar uma relação afetiva com o consumidor, que acabam conquistados pela marca.

Você certamente já se emocionou ou se acabou de rir com algum comercial. Há, inclusive, algumas campanhas publicitárias que já fizeram com que você pensasse melhor a respeito de uma determinada área da vida, seja no âmbito pessoal, profissional ou amoroso. Isso acontece porque os seres humanos são movidos por suas emoções, e o grande desafio dos publicitários está em conseguir decifrar o comportamento das pessoas para agregar um apelo emocional às campanhas.

Não existe uma fórmula definitiva para conquistar o consumidor por meio das emoções e, por mais que sejam realizadas diversas pesquisas de mercado, não há como entender o perfil exato de todos os consumidores de uma marca, serviço ou produto. Cada pessoa tem suas motivações e desejos que dependem de fatores pessoais, culturais, sociais e motivacionais.

Ao humanizar as peças publicitárias e inseri-las no cotidiano das pessoas, é possível aproveitar as emoções dos consumidores para mostrar as vantagens que o produto pode trazer e a felicidade que ele pode causar.

Como o apelo emocional funciona para a publicidade?

Criar uma relação afetiva com o consumidor por meio de uma linguagem mais poética e subjetiva, desenvolvendo uma narrativa envolvente e que desperta uma lembrança aprazível ou um desejo profundo, é uma técnica que evidencia a assertividade do apelo emocional, pois gera maior envolvimento, identificação e emoção nos consumidores.

As campanhas publicitárias utilizam esse recurso com o objetivo de conectar emocionalmente o consumidor à empresa. Mais do que vender um produto, as marcas perceberam que é preciso criar uma identificação entre o público e a empresa.

O apelo emocional pode ser feito de modo a provocar no receptor uma sensação de excitação, alegria e felicidade, ou oposto: medo e culpa. Quando existe um apelo à emoção, leva-se em conta os aspectos irracionais e desconsidera-se os argumentos. Lugares bonitos, pessoas felizes, famílias se divertindo causa uma sensação positiva e motivam os consumidores a comprar.

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