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Entenda o que é transtorno opositivo desafiador e como lidar com o problema na infância

Publicado em: 04/09/2017 Por: Equipe SBie

© Depositphotos.com / bernadg O Transtorno Opositivo Desafiador é um problema caracterizado por atitudes antissociais apresentadas geralmente por crianças e adolescentes.

Considerado um dos transtornos mais comuns em crianças e adolescentes, o Transtorno Opositivo Desafiador (TOD) é caracterizado por comportamentos antissociais como desobediência, postura desafiadora e hostilidade. Os primeiros sintomas costumam aparecer aos quatro anos de idade, quando a criança começa a apresentar dificuldades para seguir regras e reconhecer seus erros, se ressentindo mais do que o normal quando é contrariada.

Questionar faz parte da infância, sendo considerada uma ação saudável e importante para o desenvolvimento humano. Porém, é importante que os pais fiquem atentos para comportamentos agressivos, irritadiços e impulsivos — característicos do TOD. O desenvolvimento do transtorno pode ser decorrente de uma criação permissiva, predisposição genética ou pela vivência dentro de um ambiente sem regras bem estabelecidas.

Quais os principais sintomas do Transtorno Opositivo Desafiador?

O Transtorno Opositivo Desafiador é mais comum em crianças que apresentam Transtorno de Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e Transtorno do Espectro Autista (TEA), e seus principais sintomas incluem:

  • Irritabilidade;
  • Comportamento desafiador;
  • Agressividade;
  • Impulsividade;
  • Dificuldades de relacionamento com colegas;
  • Comportamento vingativo;
  • Raiva;
  • Ansiedade;
  • Comportamento antissocial;
  • Depressão.

Como lidar com Transtorno Opositivo Desafiador?

Ao perceber os primeiros sintomas de TOD, é importante que os pais procurem especialistas em psicologia, psiquiatria e neuropediatria. O tratamento para o problema é multidisciplinar e exige tratamento médico, suporte escolar e psicoterapia comportamental. Confira algumas dicas para lidar com o problema:

Estabeleça uma unidade entre pais e educadores

Os pais precisam falar a mesma língua e devem permanecer sempre atentos para evitar que um desautorize o outro. É fundamental que existam regras claras para a rotina da criança e que ambos entrem em um acordo para a condução e aplicação dessas regras, principalmente se os pais não moram juntos. Mesmo separados, os pais precisam alinhar suas ações para driblar o problema. Isso também precisa ocorrer no ambiente escolar e, nesse sentido, estar sempre em contato com os professores e coordenadores é fundamental.

Seja objetivo e claro com as regras

É preciso ser direto, claro e objetivo ao dar ordens e estabelecer regras. Olhar nos olhos, evitar a agressividade e assumir uma postura firme são atitudes que ajudam a diminuir o comportamento de oposição da criança, estimulando que ela entenda a importância de respeitar as regras e as figuras de autoridade.

Seja exemplo

Os adultos servem de modelo para as crianças, que repetem os comportamentos dos pais. É importante manter um ambiente familiar organizado e marcado por afeto e respeito, de modo que a criança tenha referências saudáveis.

Elogie mais

Muitas vezes, os castigos e punições se mostram ineficazes. Em vez de apelar para eles, faça o possível para elogiar os acertos e ressaltar as características positivas da criança. Sempre que possível, explique para a criança os motivos de suas decisões, fazendo com que ela entenda as razões de determinadas regras e escolhas.

 

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